Ato Solene lança Frente Parlamentar de Combate ao Abuso e Violência Domésticos

Nesta quarta-feira (26/8), a deputada Dra. Damaris Moura (PSDB) presidiu o ato solene, em ambiente virtual, que oficializou o lançamento da Frente Parlamentar de Combate ao Abuso e Violência Domésticos, coordenada e presidida pela deputada. “É uma demanda da sociedade e uma conquista vultosa para todos os que lutam contra a violência doméstica, dado que nossa atuação aqui será mais um instrumento de defesa e fortalecimento dos direitos humanitários”, afirmou a parlamentar.

Na ocasião, a Dra. Damaris também celebrou o primeiro dia da Campanha Quebrando o Silêncio no Estado de São Paulo, ocorrido no último sábado (22/8) e instituído no calendário oficial paulista pela Lei 17.186/2019, por uma proposição da parlamentar. A deputada ressaltou que a norma, inspirada em uma iniciativa da Igreja Adventista do Sétimo Dia, não tem natureza religiosa, mas utilidade pública. “Trata-se de uma campanha que conscientiza a sociedade a respeito da urgente necessidade de romper o maior obstáculo para combater abuso, violência e outras formas da violação da dignidade humana.”

O evento teve a participação de autoridades dos três poderes do Estado, como o defensor público-geral, Florisvaldo Fiorentino Jr.; a secretária de Desenvolvimento Social do governo, Célia Parnes; e a coordenadora de Políticas para Mulheres da Secretaria da Justiça, Albertina Duarte.

Além disso, contou com representantes de entidades e instituições engajadas no combate à violência doméstica: a empresária Luiza Helena Trajano, presidente do conselho do Magazine Luiza e cofundadora do Grupo Mulheres do Brasil; a promotora de Justiça Gabriela Manssur; a líder do Ministério da Mulher na América do Sul, Marli Peyerl; e a diretora do Ministério da Mulher em São Paulo, Telma Brenha.

“Não podemos nos acostumar com o fato de que uma mulher é morta a cada duas horas, vítima da violência. Precisamos diminuir esses números rapidamente!”, destacou Luiza Helena Trajano. Ao ressaltar a importância de políticas públicas sobre o tema, a promotora de Justiça Gabriela Manssur afirmou que “romper o silêncio é muito mais do que a mulher falar: é estarmos preparados para ouvir a voz dela, sem julgamento social e justificativa da violência, sem culpar a vítima pela agressão sofrida, estando com nossas instituições capacitadas para receber quem pede ajuda”.

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